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- Morte das Estrelas - Parte 3 | SABER 360°
Estrelas - uma Saga Cósmica A morte das Estrelas - Parte 3 Como foi visto em “Nascimento das Estrelas” (Parte 1), e a “Vida das Estrelas” (Parte 2), elas nascem, brilham por milhões ou bilhões de anos e, um dia, chegam ao fim da vida. Mas o que acontece quando uma estrela morre? O que determina quais elementos elas produzem durante sua existência? Vamos entender isso passo a passo: Importante Para facilitar a jornada de aprendizado, especialmente para aqueles que estão começando a explorar os mistérios do universo, este texto foi organizado em duas partes: 1ª Parte: Ciclo de Vida das Estrelas – Entendendo o essencial Esta seção oferece um resumo acessível e direto sobre as diferentes maneiras pelas quais as estrelas chegam ao fim de suas vidas, dependendo de sua massa. É um ponto de partida ideal para construir uma compreensão básica do ciclo estelar. 2ª Parte: A CIÊNCIA POR TRÁZ...Processo Detalhado Aqui, exploraremos os aspectos técnicos e os processos físicos que governam a morte das estrelas. Esta seção fornecerá uma descrição mais aprofundada e científica de como as estrelas evoluem e terminam seus dias. Ciclo de Vida das Estrelas – Entendendo o essencial 1 - Estrelas de Baixa Massa – Estrelas Pequenas e Médias (como o Sol): Ciclo de vida da Estrela: Estrelas com até 8 vezes a massa do Sol vivem por bilhões de anos, pois consomem seu combustível lentamente, queimando hidrogênio em seus núcleos através da fusão nuclear, onde átomos de hidrogênio se fundem para formar hélio, liberando energia. Quando o Hidrogênio Acaba: A estrela se expande e vira uma gigante vermelha . Agora, começa a transformar o hélio em elementos como carbono e oxigênio. Morte da Estrela: Como não têm força suficiente para continuar o processo de fusão, elas , formando , e o que sobra no centro é uma – um núcleo denso composto principalmente de carbono e oxigênio. Uma Anã Branca , é uma pequena e densa esfera que esfria lentamente ao longo de bilhões de anos. NGC 6543 é uma nebulosa planetária , que se desenvolveu à medida suas camadas externas se desprenderam nos estágios finais de suas vidas. Quando a luz da estrela moribunda no centro do campo de detritos atinge esse gás e poeira, o material brilha. As nebulosas planetárias acabam desaparecendo ao longo de dezenas de milhares de anos, à medida que a estrela central se torna uma anã branca e começa a esfriar lentamente 2 - Estrelas Massivas – 8 a 20 vezes a massa do Sol: Ciclo de vida da Estrela: Estrelas com mais de 8 vezes a massa do Sol vivem vidas intensas e curtas, e "queimam" combustível em um ritmo acelerado. São muito maiores que o Sol Vivem rápido e intensamente - apenas milhões de anos (não bilhões) São verdadeiras "fábricas de elementos" - criam elementos cada vez mais pesados A Sequência de Produção de Elementos: Primeiro fundem hidrogênio em hélio Depois hélio em carbono e oxigênio Em seguida, formam magnésio, neônio e silício Por fim, o Silício produz ferro. O ferro é um limite. A fusão do ferro não gera energia suficiente para sustentar a estrela, então a gravidade vence e estrela colapsa. Morte Violenta da estrela: Esse colapso gera uma supernova , uma explosão incrivelmente poderosa que pode brilhar mais do que toda uma galáxia por um curto período. Nebulosa Olho de Gato NGC 6543 , capturada pela Wide Field and Planetary Camera, a bordo do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA. Credito: ESA and NASA Simulação artisitica de explosão de uma Supernova, estrela de grande massa POR QUE AS SUPERNOVAS SÃO IMPORTANTES? As supernovas são as únicas "fábricas" no universo capazes de criar elementos mais pesados que o ferro, como, por exemplo: Ouro Prata Chumbo Urânio O Que Sobra Após a Supernova Uma estrela de nêutrons: um objeto extremamente denso, formado quase inteiramente por nêutrons (uma colher de chá pesaria bilhões de toneladas!) Um buraco negro, se a massa da estrela for muito grande, seu núcleo colapsa completamente e forma um buraco negro, do qual nem a luz pode escapar Resumo do ciclo de vida das estrelas Estrelas pequenas (como nosso Sol): terminam como anãs brancas Estrelas médias a grandes: explodem como supernovas e formam estrelas de nêutrons Estrelas supermassivas: colapsam em buracos negros O Papel das Estrelas na Formação do Universo Estrelas pequenas vivem muito, mas produzem poucos elementos. Estrelas como o Sol criam carbono e oxigênio, essenciais para a vida. Estrelas massivas produzem ferro e elementos pesados, espalhando-os em supernovas. Buracos negros e estrelas de nêutrons são os remanescentes mais extremos. Sem as estrelas e suas mortes, não existiriam planetas, nem vida Simulação artisitica de explosão de uma Estrela Supermassiva, que resulta em um Buraco Negro Comparação entre a Terra e Sirius B ( Anã Branca ) Credito: ESA Sirius B - Anã Branca A CIÊNCIA POR TRÁZ...PROCESSOS DETALHADOS A Morte das Estrelas e a Formação de Elementos: Vamos explicar com mais detalhes, como as estrelas de diferentes massas morrem e como isso é fundamental para a criação e distribuição dos elementos químicos que compõem o universo. Estrelas Pequenas (abaixo de 8 massas solares) Uma Morte Tranquila e a Criação de Elementos Leves 1 - Sequência Principal : Durante a maior parte de sua vida (bilhões de anos), a estrela funde hidrogênio em hélio no núcleo através do processo próton-próton. (ver Parte – 1). 2 - Esgotamento do Hidrogênio : Quando o hidrogênio do núcleo se esgota, a fusão nuclear cessa temporariamente no centro, causando uma contração do núcleo, devido à gravidade. 3 - Expansão: A contração do núcleo libera energia gravitacional, aquecendo as camadas ao redor e iniciando a fusão do hidrogênio em uma camada externa ao núcleo. Isso causa a expansão das camadas mais externas, resultando na expansão da estrela para a fase de Gigante Vermelha. Fase Avançada da Fusão 4 - Gigante Vermelha: A Fusão do Hélio em Carbono e Oxigênio: A estrela expande-se drasticamente. O núcleo continua contraindo e aquecendo até atingir cerca de 100 milhões de Kelvin, temperatura suficiente para iniciar a fusão do hélio em carbono pelo processo triplo-alfa (três núcleos de hélio formam um núcleo de carbono). Em algumas estrelas, pode ocorrer a fusão de carbono com hélio, formando oxigênio. 5 - Pulsos Térmicos e a Formação da Nebulosa Planetária : Nas fases finais, a estrela experimenta instabilidades ejetando suas camadas externas devido a pulsos térmicos periódicos, ricos em hélio. Esse material ejetado forma uma bela nebulosa planetária, um invólucro de gás e poeira iluminado pelo núcleo remanescente. 6 - Anã Branca: O núcleo exposto, quente e denso, rico em carbono e oxigênio, permanece. Com o tamanho aproximado da Terra, mas com uma massa similar à do Sol, ela não possui mais fontes de energia nuclear e se resfriará gradualmente (Calcula-se que isso ocorrerá ao longo de trilhões de anos, tornando-se uma anã negra (Isso é uma conclusão teórica, um estágio ainda não observado, pois o universo ainda não é velho o suficiente para que exista alguma). Sol Sirius A Sirius B Esta imagem é uma impressão artística que mostra como o sistema estelar binário de Sirius A e sua pequena companheira azul, Sirius B, Sirius é a estrela mais brilhante do céu noturno, enquanto Sirius B é uma anã branca. Créditos da imagem: NASA, ESA e G. Bacon (STScI) Estrelas de Massa Intermediária a Alta (8-20 Massas Solares) Vida da Estrela Em uma estrela de maior massa, a fusão de hidrogênio e hélio ocorre como antes. Mas com a massa extra, a cadeia pode ir mais longe. 1 - Sequência Principal: Estas estrelas consomem hidrogênio muito mais rapidamente (milhões de anos). Após o hélio, estas estrelas são massivas o suficiente para continuar o processo de fusão através de estágios sucessivos, sintetizando elementos cada vez mais pesados: 2 - Estrutura em Camadas A estrela desenvolve uma estrutura em "casca de cebola" com diferentes elementos sendo fundidos em diferentes camadas a temperaturas crescentes em direção ao núcleo. Fusão do Carbono em neônio, sódio e magnésio Fusão do Neônio em oxigênio e magnésio Fusão do Oxigênio em silício, enxofre e outros elementos Silício funde-se em ferro Simulação artisitica de explosão de uma Estrela Supermassiva. Fase Avançada da Fusão 3 - Colapso do Núcleo : O ferro representa o fim da linha para a fusão nuclear (a fusão do ferro consome energia em vez de liberá-la). Quando o núcleo de ferro cresce até cerca de 1,4 massas solares (Limite de Chandrasekhar), a pressão dos elétrons degenerados não consegue mais suportar a gravidade. O Núcleo tem um colapso catastrófico. O núcleo de ferro colapsa em milissegundos, e prótons e elétrons se fundem formando nêutrons e neutrinos. Os neutrinos escapam, e o rebote do núcleo gera uma poderosa onda de choque, carregando enormes quantidades de energia. Externamente, a estrela cresce enormemente, tornando-se uma supergigante. Essas estrelas poderiam abranger a órbita de Júpiter, até mesmo quase a de Saturno. 4 - Supernova - A Dispersão de Novos Elementos A onda de choque expulsa as camadas externas da estrela em uma espetacular explosão de supernova. Esta explosão é tão brilhante que pode ofuscar galáxias inteiras por semanas. Além disso, as condições extremas da supernova permitem a formação de elementos mais pesados que o ferro, através de processos de captura rápida de nêutrons. Esses elementos, essenciais para a formação de planetas e vida, são então dispersos pelo espaço interestelar. 5 - Estrela de Nêutrons: O núcleo colapsado sobrevive como uma estrela de nêutrons - um objeto extremamente denso com cerca de 20 km de diâmetro. Essa matéria é tão densa que uma colher de chá pesaria bilhões de toneladas na Terra. Estrelas Supermassivas (acima de 20-25 massas solares) Vida da Estrela Vida Breve e Intensa: Similar às estrelas massivas, mas com processos de fusão e evolução ainda mais acelerados e intensos. Fase Avançada da Fusão 1 - Supernova Extrema: A explosão é ainda mais energética, podendo resultar em uma hipernova em casos de estrelas com rotação rápida. 2 - Formação de Buraco Negro: O núcleo é tão massivo que nem mesmo a pressão dos nêutrons pode impedir seu colapso gravitacional. O núcleo continua a colapsar, formando um buraco negro. O Buraco Negro é uma região do espaço-tempo com uma gravidade tão intensa que nada, nem mesmo a luz, pode escapar. 3 - Eventos de Alta Energia Jatos de Raios Gama: Dependendo da rotação e do campo magnético, estas mortes estelares podem produzir jatos de raios gama e outros fenômenos energéticos extremos. Simulação artisitica de um Buraco Negro Fabricação de Elementos nas Estrelas: Processos Detalhados Como foi visto anteriormente, as estrelas transformam elementos leves em mais pesados através da fusão nuclear. O processo de transformar Elementos, ocorre em fases diferentes dependendo da massa da estrela, e é denominado de Nucleossíntese Nucleossíntese Estelar Ao longo da vida de uma estrela, diferentes processos de fusão nuclear produzem elementos progressivamente mais pesados: Processo próton-próton e ciclo CNO: Converte hidrogênio em hélio (presente em todas as estrelas). Processo triplo-alfa: Funde hélio em carbono ((ocorre em estrelas na fase de gigante vermelha) Processos alfa: Consiste na adição de núcleos de hélio para formar: Carbono + hélio → Oxigênio Oxigênio + hélio → Neônio Neônio + hélio → Magnésio Magnésio + hélio → Silício Silício + hélio → Enxofre... até o ferro Nucleossíntese em Supernovas A nucleossíntese em supernovas é um processo fundamental para a formação dos elementos pesados no universo. Quando estrelas massivas chegam ao fim de suas vidas, ocorrem explosões de supernova que criam condições extremas de temperatura e pressão, desencadeando processos que criam elementos ainda mais pesados: Fusão de Elementos Leves a Pesados: Durante a explosão de uma Supernova, elementos como sódio, potássio, silício, enxofre, e vários outros, são sintetizados através da fusão de núcleos mais leves. Esses elementos são chamados de "primários" porque podem ser formados a partir de hidrogênio e hélio em estrelas massivas Processo-r (captura rápida de Nêutrons): Ocorre quando há um fluxo extremamente intenso de nêutrons livres . Esses nêutrons são rapidamente capturados pelos núcleos atômicos, formando elementos mais pesados que o Níquel, incluindo Ouro, Platina e Urânio Nebulosa Olho de Gato (NGC 6543) é revelada pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA. A imagem da Câmera Avançada para Pesquisas (ACS) do Hubble mostra um padrão de olho de boi de onze ou mais anéis concêntricos, ao redor do Olho de Gato. Fotodissociação: Em temperaturas extremas (bilhões de graus), a radiação gama quebra núcleos de ferro e elementos mais pesados em fragmentos que podem recombinar em novos padrões, criando elementos raros. Em resumo, a nucleossíntese em supernovas ocorre da seguinte forma: Fases finais da vida estelar: Em estrelas massivas, a fusão nuclear no núcleo produz elementos até o ferro. Colapso do núcleo: Quando o combustível nuclear se esgota, o núcleo da estrela colapsa sob sua própria gravidade. Ondas de choque e ejeção de matéria: O colapso do núcleo gera ondas de choque que se propagam para fora, expelindo as camadas externas da estrela em uma explosão de supernova. A Nebulosa do Laço de Cisne é o remanescente de uma estrela massiva que explodiu como uma supernova tipo II há milhares de anos. Os materiais dessa estrela estão agora se dispersando no espaço e, eventualmente, contribuirão para a formação de novas estrelas. NASA/JPL-Caltech Dispersão dos Elementos pelo Espaço Os elementos produzidos nas estrelas são disseminados pelo meio interestelar por diferentes mecanismos: 1 - Ventos Estelares: Durante a vida das estrelas massivas e gigantes vermelhas, fortes ventos estelares ejetam material processado de volta ao espaço. 2 - Nebulosas Planetárias: Ejetam principalmente carbono, nitrogênio e oxigênio. 3 - Supernovas: Distribuem todos os elementos naturais pelo meio interestelar, enriquecendo as nuvens que eventualmente formarão novas estrelas e sistemas planetários. Astrônomos, utilizando o Very Large Telescope do ESO, obtiveram pela primeira vez uma visão tridimensional da distribuição do material mais interno expelido por uma estrela recém-explodida. Novas observações feitas com um instrumento único, o SINFONI, montado no Very Large Telescope (VLT) do ESO proporcionaram um conhecimento ainda mais profundo deste evento incrível, já que os astrônomos conseguiram agora obter a primeira reconstrução 3D das partes centrais do material em explosão. A explosão viajou a incríveis 100 milhões de km por hora. Credito: ESA - European Space Agency Resumo dos Elementos produzidos pelas Estrelas, em função da Massa e seu Destino Final. Mas este não é o fim da história... Esta reciclagem cósmica de elementos continua há bilhões de anos, gradualmente aumentando a abundância de elementos pesados no universo (tenha em mente que o universo começou basicamente com Hidrogênio). Os restos das estrelas encontram seu caminho de volta para as nuvens interestelares. Seus detritos se tornam o material para formação de novas estrelas, completando assim o ciclo. Cada geração sucessiva de estrelas herda mais elementos pesados, possibilitando a formação de planetas rochosos e, eventualmente, a química complexa necessária para a vida.
- Política de Privacidade | SABER 360°
Política de Privacidade Para nós, a segurança de seus dados pessoais é muito importante. Leia a seguir sobre nossa Políticas de Privacidade. Sobre a coleta de dados O usuário poderá navegar à vontade que, nenhum dado será coletado a seu respeito. Não coletamos dados de forma automatizada. Exceção – Somente coletaremos dados, exceto no caso, em que o usuário queira, e entre em contato conosco, através dos formulários de contato. Neste caso, somente o nome e e-mail serão necessários, para que possamos responder, caso seja necessário. O que fazemos com os dados coletados: Não se preocupe, vamos usá-los para melhorar nossos serviços, responder às suas solicitações e, ao longo do tempo, personalizar o site de acordo com o seu perfil. Portanto, não repassamos, vendemos, ou terceirizamos seus dados, a menos que você solicite por escrito, ou por decisão legal da justiça. Cookies Não usamos Cookies O que são Cookies Cookies são pequenos programas, enviados automaticamente por um site através da Internet, para o navegador do usuário. Eles servem para que o referido site se “lembre de você”, facilitando e agilizando a sua navegação. Infelizmente, alguns sites não são confiáveis. A maioria dos navegadores são inicialmente configurados para aceitar cookies. Mas, se preferir, você pode configurar seu navegador para rejeitar cookies. Veja como proceder, através da “ajuda” de seu navegador. O problema em fazer isso (rejeitar cookies), é que talvez em alguns sites, não consiga fazer login, ou usar outros recursos de sites que dependem de cookies para permitir a experiência do usuário. Como excluir Cookies - válido para desktops Para excluir cookies, é necessário acessar as configurações do seu navegador, e navegar até a opção que permite fazer isso. No entanto cada navegador (Chrome, Firefox, Microsoft Edge, etc.), tem um caminho diferente para isso. Portanto vamos simplificar (para os 3 sites acima), usando teclas de atalho. Faça o seguinte: Pressione ao mesmo tempo as teclas [Ctrl ] [Shift ] e [Del ], irá aparecer uma nova janela, escrito "Remover Dados de Navegação" (ou texto equivalente dependendo do Navegador) então a seguir: Escolha o intervalo de tempo (última hora, todo o período, etc,) e pressione em OK (ou equivalente). Os cookies estarão apagados. Links para Sites ou referência de terceiros O site Saber360, poderá conter Links para outros sites (sites de terceiros), permitindo ao leitor ter acesso a outras informações, não contidas em nosso site. O site Saber360, não pode assumir a responsabilidade pela informação, precisão, conteúdo e serviços, disponibilizados nesses sites de terceiros. Recomendamos que em caso de dúvida, consulte “Políticas de Privacidade” desses sites. Importante: Lembre-se de que nenhum site, método de transmissão pela Internet ou armazenamento eletrônico é 100% seguro. Todo ano, milhares de sites são invadidos, inclusive sites que imaginamos terem recursos de segurança quase perfeita (como sites de Governo e grandes empresas globais). Infelizmente não há segurança absoluta. Data 22 de julho de 2022
- Perguntas frequentes | SABER 360°
Preguntas frecuentes ¿Tengo que pagar para acceder al contenido del sitio web? No. El acceso al sitio es completamente gratuito. Si quieres saber más, haz clic en Acerca de nosotros . ¿Los cursos del sitio web proporcionan algún certificado? No emitimos certificados, aunque podríamos hacerlo (ver más abajo en "Acerca de Certificados). Nuestros cursos son de libre aprendizaje, y contaremos con cursos en áreas tan diversas como Física y Astronomía. Pensamos en algo más que un simple Certificado, Pensamos en el conocimiento. Pero intentaremos ayudarte a la hora de buscar cursos con Certificado o Diploma : En tu ciudad busca el departamento de Educación de tu Ayuntamiento, y mira si tienen o indican Cursos que se adaptan a tus necesidades. En Internet existen infinidad de cursos, gratuitos o no, que expiden Certificados y/o Diplomas. Entra en estos sitios y comprueba si el contenido es de tu interés. Si es de pago, antes de registrarte comprueba su reputación. A continuación se muestran algunos sitios web a los que puede acceder con diferentes cursos (escriba uno de los nombres a continuación en Google para buscar información): Sebrae / Senai / Brasil más digital / Fundação Estudar / Udacity / Udemi / Avamec / CIEE / Fundação Bradesco Si necesita un Certificado o Diploma, verifique primero si el curso en cuestión lo proporciona. En el caso de Diploma, verificar la validez del documento ante el MEC. Acerca de los certificados Los cursos gratuitos son legales con base en el Decreto Presidencial N° 5.154. Los cursos gratuitos no están regulados por el MEC. No es necesario tener un CNPJ para abrir un curso gratuito. Está permitido emitir certificados, pero no tienen validez oficial ante el MEC. ¿Podemos reutilizar/publicar el contenido disponible en Sabre360.com.br? Lo sentimos, no permitimos el uso de nuestro contenido para republicación en línea o impresión con fines comerciales . Sin embargo, usted podrá utilizar nuestro contenido en sus escuelas, institutos y empresas, siempre y cuando sea sólo para fines internos y mantenga referencias apropiadas al sitio web saber360.com.br . Más información en: " Términos y Condiciones de Uso " y " Política de Privacidad " ¿Quién financia el sitio? Todas las inversiones financieras, como el mantenimiento del sitio web y otros gastos, se realizan y se siguen realizando con recursos propios. Si quieres saber más, haz clic en Acerca de nosotros . ¿Cómo puedo ayudar al sitio? Aunque hacemos todo lo posible para garantizar que el texto sea técnica y ortográficamente correcto, podemos cometer errores. Puedes ayudarnos mucho notificándonos sobre estos errores ( haciendo clic en "Contáctanos" ) para que podamos corregirlos. Su contribución y sugerencias sin duda nos ayudarán a mejorar el sitio. Arriba
- Ligação de Capacitores | SABER 360°
Conexión de Condensadores en Serie y Paralelo Los condensadores, al igual que las resistencias, se pueden conectar en serie y en paralelo. Cuando se interconectan varios capacitores, ya sea en serie o en paralelo, lo que queremos saber es cuál es el valor de un capacitor equivalente, es decir, un capacitor cuya capacitancia puede reemplazar la capacitancia de todos los demás capacitores. A este condensador lo llamamos condensador equivalente. Condensadores en paralelo La Figura 19 muestra condensadores conectados en paralelo. Para saber el valor del condensador equivalente, simplemente suma los valores individuales de los condensadores. Entonces, la capacitancia total es simplemente la suma de todas las capacitancias. Es interesante notar que esto es análogo a la forma en que se suman las resistencias cuando están en serie. Condensadores en serie Para calcular el condensador equivalente, utilice las fórmulas correspondientes al número de condensadores en el circuito. Para dos condensadores en serie: Cuando sólo hay dos condensadores en serie en el circuito, se puede utilizar la fórmula que se muestra en la figura 20. Para tres o más condensadores en serie: En este caso, consulte la figura 21 para calcular el condensador equivalente. Nuevamente, tenga en cuenta que esto es análogo a la forma en que se suman las resistencias cuando están en paralelo. Como ejercicio, encuentre el valor del Condensador equivalente en la figura 22, para C1=20 µF; C2=10 µF y C3=800nF. Nota importante A menudo, los valores de capacitancia que se muestran en el capacitor no tienen la misma potencia de diez entre sí. Explicando mejor con un ejemplo - (Ejemplo con 2 condensadores C1 y C2 en paralelo): Digamos que el valor de C1 es 20 nF (nanofaradios) y C2 es 200 pF (picofaradios). Como vemos uno está en nF y el otro en pF, por lo que es necesario pasar el(los) valor(es) a la misma unidad. En este caso pasaremos el valor de C1 a pF: C1 = 20nF que es igual a 20.000 pF C1 + C2 = 20.000 (pf) + 200 (pf) = 20.200 pF. Si quieres saber más sobre la potencia de diez y los prefijos métricos, haz clic aquí. y aquí . Conexión de Condensadores - Módulo 4.3 Condensadores Conceptos de condensadores - Módulo 4.0 Tipos de Capacitores - Módulo 4.1 Condensadores SMD - Módulo 4.2 Ligação de Capacitores - Módulo 4.3 Condensadores en paralelo Condensadores en serie Indíce do conteúdo de Capacitores Arriba
- Eletrônica Analógica | SABER 360°
CURSO DE ELECTRÓNICA ANALÓGICA El curso de Electrónica analógica fue escrito específicamente para aquellos que tienen poco o ningún conocimiento en el campo de la electrónica analógica. Al igual que con otros cursos, sólo necesitas conocer los conceptos básicos de matemáticas (NO cálculo, álgebra o cualquier fórmula compleja) para seguir aprendiendo. El contenido: se mostrará de forma sencilla, accesible y con multitud de ilustraciones, algunas de ellas con movimiento. Puedes acceder a cualquier parte del curso de dos formas: - Haciendo clic en el tema de interés, por ejemplo, Resistencias , Ley OHM, o, - Como si fuera un libro, yendo del principio al final, capítulo tras capítulo (o módulo tras módulo) de forma secuencial de aprendizaje ( haga clic aquí , para acceder a todo el contenido del curso ) . Si siempre has querido saber cómo funciona el mundo de la electrónica , aquí tienes un buen comienzo. Electrónica analógica (presentación) Descripción del curso y módulos Conceitos básicos (Módulo 1 e 2) comp. Electrónica pasiva (Módulos 3, 4 y 5) Semiconductores (Módulos 6 a 9) Curso Electrónico. - Diagrama de bloques Curso Electrónico - cómo acceder Índice general - Curso de Electrónica Eletrônica Analógica – Partes principais Para facilitar o aprendizado, dividiremos este curso de Eletrônica Analógica em 3 Módulos: Conceitos Bási cos Introdução à Eletr ônica - Módulo 1 Circuitos Eletrônicos - Módulo 2 C omp onentes eletrônicos Passivos Resistores - Mód ulo 3 Capacitores - Mód ulo 4 Indutores - Mód ulo 5 Semicondutores - Módulo 6 Di odos - Módulo 7 Transistores Bipolares - Módulo 8 Transistores FET - Módulo 9 Introducción a la electrónica (Módulo 1) átomos Tensión eléctrica Corriente eléctrica Voltaje y corriente CA y CC Resistencia electrica Ley de Ohm Poder y energía Descubra más... Descubra más... Circuitos electrónicos (Módulo 2) Circuitos electrónicos simples Circuitos electrónicos en serie. Circuitos electrónicos en paralelo. Circuitos electrónicos en serie y paralelo. Protección y control en circuitos electrónicos. Resistencias - (Módulo 3) Conceptos básicos Códigos de color de resistencia Valores comerciales de resistencias Resistencias variables Resistencias SMD Descubra más... Condensadores - (Módulo 4 ) Conceptos básicos Tipos de condensadores Cómo identificar los valores de los condensadores Código de color del condensador Condensadores SMD Descubra más... Blocos Inductores - ( Módulo 5 ) Conceptos básicos Inductancia y símbolo Cómo identificar los valores del inductor Transformadores Especificaciones del transformador Descubra más... Semiconductores (Módulo 6) Conceptos básicos Conductores aislantes y semiconductores Semiconductor tipo N Semiconductor tipo P Descubra más... Diodos - ( Módulo 7 ) Conceptos básicos Tipo N Tipo P Uniones Diodo de tensión continua, polarizado directo e inverso. Curva característica del diodo Diodo de tensión continua, polarizado directo e inverso. Descubra más... Transistores - (Módulo 8) Conceptos básicos Polarización de un transistor Configuraciones básicas Regiones operativas de transistores Curvas características Región de saturación y corte activo Descubra más... Índice completo do Curso de Eletrônica Analógica Arriba Indice Inicial ¿Cómo acceder al Curso de Electrónica Analógica? Al ser un curso de aprendizaje e investigación, fue diseñado para acceder de dos maneras posibles: Como un curso de aprendizaje de Electrónica básica (o, como un libro) En este caso, puede pensar en el Contenido principal (como: "Introducción a la Electrónica", "Circuitos Electrónicos", "Resistencias", etc.) como Módulos o Capítulos , y el contenido debajo de cada módulo ("Átomos", " Voltaje Eléctrico", por ejemplo), como Temas de estos Capítulos, como si de un libro se tratase. Comience con el Módulo 1, luego el Módulo 2, y así sucesivamente, para un aprendizaje constante y progresivo. Accede a cualquier contenido , sin importar el capítulo o tema, simplemente haz clic en cualquier contenido (que esté vinculado) desde cualquier lugar, e inmediatamente accederás a la información relativa a ese tema en el que se hizo clic. Por ejemplo, haz clic en " Ley de Ohm " y tendrás acceso a todo el contenido. al respecto. Además, en muchas secciones puede haber enlaces que, si se hace clic, le permitirán acceder a otras páginas, en cualquier parte del curso. Estos enlaces permiten un acceso más específico o avanzado a este contenido. Con el tiempo, el contenido del curso se irá ampliando con nuevos temas, nuevas secciones y nuevos cursos. Arriba Indice do Crso Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Introducción a la electrónica. átomos estructura atómica Electrones y protones Tipos de materiales carga electrica Tensión eléctrica Diferencia potencial Definición de voltio Tensiones CA y CC Corriente eléctrica Definición Unidades actuales Dirección actual Tensión y corriente CA y CC Formas de onda Corrientes y voltajes directos. Corrientes y voltajes alternos. Resistencia electrica Resistencia Resistor Ley de Ohm ley de ohm Diagrama de ohmios Poder y energía Definición de poder Energía disipada circuitos electronicos Circuitos electrónicos simples Circuitos electrónicos en serie Circuitos electrónicos en paralelo. Circuitos electrónicos en serie y paralelo. Protección en circuitos electrónicos Resistencias fijas Conceptos básicos Resistencia - Definición y símbolo Tipos de resistencias y código de colores. tabla de colores definición Mesa de 4,5 y 6 pistas Resistencias con valores numéricos. Valores Comerciales Definición Tablas E192; E96; E48; E24; E12 y E6 Resistencias variables Conceptos básicos Definición Tipos de resistencias variables Potenciómetro y Trimpot Potenciómetros Tipos de potenciómetro TRIMPOTE Reóstato y Varistor Reóstato Tipos de reóstato varistor Potenciómetro Digital Cómo funciona el potenciómetro digital fotorresistor Cómo funciona el fotorresistor Aplicaciones Termistores Termistor NTC y TPC Cómo funciona el termistor Materiales de resistencia Composición de carbono película metálica alambre enrollado Resistencias SMD Concepto Código SMD de resistencia Código SMD de 3 dígitos Código SMD de 4 dígitos Código SMD EAI-96 Mesas Arriba Módulo 4 Módulo 5 Condensadores Conceptos básicos ¿Qué es un condensador? ¿Cómo funciona el condensador? Capacidad Símbolo Tipos de condensadores Características de los condensadores. Condensadores polarizados Condensadores de película plástica Otros tipos de condensadores Condensadores SMD Códigos de condensadores SMD Electrolíticos SMD Conexión de condensador Condensadores en paralelo Condensadores en serie Inductores Conceptos básicos ¿Qué es un inductor? Cómo funciona el inductor Inductancia Tipos y formatos de inductores. Especificaciones de inductores Cómo se genera la inductancia Especificaciones de inductores Cómo identificar los valores del inductor SMD Inductores con valores codificados. Inductores con código de barras Transformadores ¿Qué es un transformador? Como funciona un transformador Cálculo del voltaje de salida Especificaciones de un transformador Altavoces Módulo 6 Semiconductores Conceptos básicos que son los conductores que son los aislantes Semiconductores Par electrón-agujero Agregar impurezas dopantes Semiconductor tipo N Semiconductor tipo P Arriba Módulo 7 diodos Conceptos básicos ¿Qué es un diodo? Cruce NP Como se hace un diodo Símbolo Polaridad de un diodo Diodo de tensión continua CC, polarizado directamente. Diodo de voltaje CC CC con polarización inversa Curva característica del diodo silicio Diodo en voltaje CA Rectificadores con diodos rectificador de media onda rectificador de onda completa diodos de potencia diodo zener diodo LED Acoplador óptico Módulo 8 Transistores bipolares Conceptos básicos ¿Qué es un transistor? transistores bipolares Símbolo Polarización del transistor NPN Polarización del transistor PNP Configuraciones de transistores Configuración de transistores bipolares Transistor de base común Transistor emisor común Transistor de colector común Regiones de un transistor bipoar Región activa Curvas características de salida Región de Corte Región de saturación Especificaciones de un transistor Módulo 9 Transistores de efecto de campo -JFET -MOSFET (dentro de poco) Arriba
- Eletrónica Digital - Conceitos | SABER 360°
O que é Eletrônica Digital? A eletrônica se divide basicamente em duas partes: Eletrônica Digital, Eletrônica Analógica A Eletrônica Digital “trabalha” com o sinal eletrônico digital. A Eletrônica Analógica "trabalha" com sinais eletrônicos analógicos. Mas qual é a diferença entre as “duas eletrônicas”? Para responder a isso, vamos fazer uma analogia simples, com exemplos. Eletrônica Digital - Sin al Digital - Imagine uma lâmpada (poderia ser um Led). Só há 2 possibilidades: ou está acesa ou apagada. Ela não pode estar meio-acesa ou meio apagada (figura 1) Como interpretar isso, do ponto de vista do S inal Eletrônico Digital ? Se a lâmpada está acesa (dizemos que está ligada / ON / ou “1 ” ou "nível 1 ", mais à frente você entenderá estes termos), isso ocorre porque há uma corrente elétrica que passa pelo fio, e acende a lâmpada. Se não houver corrente elétrica a lâmpada está apagada (dizemos que está desligada / OFF / ou “0 ” ou "nível 0 "). Resumindo : O sinal digital só tem 2 possibilidades, que chamamos de “ON" / "1"/ Nível 1 ou OFF” / “0" / Nível 0. Eletrônica Analógica - Sinal Analógico O sinal analógico (figura 2), diferentemente do digital, varia o tempo todo, e não somente em duas posições. Quase tudo varia continuamente, a temperatura, a nossa voz, uma porta que, entre as posições aberta e fechada tem uma infinidade de posições entre elas. Resumindo - no sinal digital há somente 2 possibilidades, no analógico, infinitas possibilidades, como mostra a figura 2. Álgebra booleana Módulo de Conceptos Básicos 1.1 Electrónica Digital Conceptos Básicos - Módulo 1.1 Introducción - Módulo 1.0 - Tipos de Señales Electrónicas - Sistemas de numeración - Sistema de numeración binaria - Operaciones aritméticas en el Sistema Binario - Bits y Bytes Álgebra booleana (Módulo 1.2) Puertas lógicas (Módulo 1.3) Lógica Combinacional (Módulo 2) Lógica Secuencial (Módulo 3) Definición de electrónica digital , Es el área de la Electrónica que se ocupa de las señales digitales, por tanto "0" y "1" (Nivel 0 / Nivel 1). Además, componentes electrónicos digitales específicos están diseñados para funcionar con electrónica digital. Las Señales Digitales se presentan en 2 niveles, denominados: "nivel 0" o simplemente "0" (a veces lo llamamos nivel bajo), o "nivel 1" o simplemente "1", o nivel alto En la figura 1 se muestra la forma de onda de una señal digital, y como se puede observar, o la señal está en la parte superior (nivel "1") o en la parte inferior (nivel 0) La mayoría de las señales electrónicas "dentro" de una computadora, teléfono celular, TV, etc., son Señales Digitales. Si usa un osciloscopio para ver las formas de onda, serán similares a las de la figura 2 (señal digital). Este equipo (Computadora, celular, etc.) normalmente utiliza componentes electrónicos específicos, llamados Circuitos Integrados digitales, o simplemente ( IC's ). En los Módulos 2 y 3 veremos cómo funcionan los bloques que componen los circuitos integrados, pero primero es necesario aprender algunos conceptos básicos, que son fundamentales, para entender la Electrónica Digital. Tipos de Sinais Eletrônicos Tipos de señales electrónicas La señal es cualquier cantidad física (por ejemplo, temperatura) que cambia con el tiempo. Una señal eléctrica es una cantidad eléctrica (por ejemplo, voltaje, corriente, potencia) que varía con el tiempo. Una señal analógica es una señal que puede tomar cualquier valor dentro de ciertos límites. Una señal digital es una señal que puede asumir sólo dos valores "nivel 0" o "nivel 1" . Niveles de voltaje para señal digital lógica (ver figura 3, representada por amplitud en la figura 1 ) Tanto el "nivel 0" como el "nivel 1" no pueden tener ningún valor de tensión, pero sí dentro de un rango: Nivel “0” : los valores de voltaje oscilan entre 0 voltios y 0,8 voltios Nivel "1" : los valores de voltaje oscilan entre 1,2 voltios y 5 voltios. . El valor del nivel lógico "1" depende de la familia (tipo) del componente, por ejemplo: TTL (5 V) / CMOS (de 3 a 5 V) / LVCMOS (de 1,2 a 3,3 V) ( No te preocupes sobre estas siglas, las veremos más adelante ) ¿Y por qué, por ejemplo, el nivel "0" no es un valor fijo? Esto ocurre porque toda señal (ya sea digital o analógica) contiene ruido que trae consigo una serie de problemas. Entonces, para superar el problema del ruido, el valor del voltaje de la señal puede variar en un rango (en el caso de 0 a 0,8 V), hasta el nivel "0". Así, aunque haya ruido, éste se mantiene dentro de este rango y se considera “nivel 0”. Sistemas de numeración Como hemos visto, sólo existen dos valores para las señales digitales: 0 y 1. Un Sistema Numérico Binario está asociado a estas dos posibilidades (0 y 1), por lo que para números mayores (2 por ejemplo), es necesario repetir el(los) símbolo(s) anterior(es): 0 y/o 1. Para entenderlo mejor, comencemos con un sistema que todos conocemos: el Sistema Decimal. Sistemas de números decimales Desde el inicio de la historia de la humanidad contar, saber expresar cuántas unidades, cosas así, fue algo primordial. Por ello, con el tiempo, surgieron muchos sistemas de numeración que se utilizaron durante algún tiempo, sin embargo, otros sistemas más completos y mejores sustituyeron a los antiguos. De todos, el Sistema Decimal fue el mejor y más apropiado, y por eso, 1500 años después de su aparición, sigue reinando. Números y símbolos Un número es algo que representa una cantidad. Esta es una noción que todos aprendemos desde muy pequeños. Sin embargo, existe la posibilidad de representar una determinada cantidad de diferentes formas, dependiendo del sistema de numeración. Por ejemplo, 1822 se puede escribir como: MLCCCXXII en números romanos. Sistemas de Numeração Símbolos : los símbolos son representaciones gráficas de un sistema, ya sea de numeración o de escritura. El sistema decimal tiene 10 símbolos (también llamados dígitos): 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9 . A partir del dígito 9, tenemos que repetir los demás dígitos para formar nuevos números. El sistema numérico decimal es un sistema posicional , es decir, la posición de un dígito modifica su valor. En el número 121, el primer "1" representa la posición de 100 unidades, el segundo "1" representa sólo una unidad. El sistema decimal es perfecto para los humanos, pero ¿es lo mismo para las computadoras? Sistemas de números binarios Como vimos, en electrónica digital solo tenemos dos valores, por lo que se forma un sistema binario con dos dígitos: 0 y 1 . Asimismo, el sistema binario también es posicional. De la tabla, parece confuso usar números como "1011..." cuando podríamos usar el sistema decimal, que es más fácil para nosotros. Pero esto no es cierto para las computadoras. La razón principal por la que se utiliza el sistema numérico binario en las computadoras electrónicas modernas es la facilidad para representar dos estados (0 y 1, llamados bits) electrónicamente. Con componentes electrónicos relativamente simples, podemos realizar varias funciones, utilizando la Lógica Binaria, representando cada bit, mediante un circuito que está encendido (con corriente) o apagado (sin corriente). Conversión del sistema binario a decimal En el pasado, teníamos que aprender a convertir sistemas numéricos en otros, porque no había otra manera. Actualmente existen cientos de aplicaciones en Internet que hacen esto rápidamente. El propio Windows tiene una aplicación de Calculadora que realiza esta conversión. Así que no nos preocupemos por eso. Sistema Numeração Binário Sistema numérico hexadecimal Como hemos visto, el sistema binario es perfecto para su uso en ordenadores (de hecho, la mayoría de los equipos electrónicos utilizan lógica binaria), pero los números binarios son difíciles de manejar. Así, desde los inicios del uso del sistema binario, se han ido creando otros sistemas buscando la facilidad de manejo, ya que trabajar con muchos "ceros y unos" es una tarea ardua. El sistema hexadecimal fue uno de ellos y pasó a ser el principal. El sistema hexadecimal utiliza 16 símbolos o caracteres: 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,A,B,C,D,E,F. Los personajes de este sistema también son posicionales. Para hacernos una idea de la simplificación, el número “1111” en binario se representa por “F” en hexadecimal Observación ; También se utilizó un sistema llamado octal (8 caracteres), pero no tanto como el hexadecimal. No lo describiremos aquí, pero hay mucha información al respecto en Internet. Conversión entre Sistemas Binario - Decimal - Hexadecimal - Octal Usaremos los mismos argumentos mencionados anteriormente aquí. Busca en Internet aplicaciones o calculadoras, que hacen esto de una forma sencilla, rápida y eficaz. Operações Sistma Binário Operaciones en el sistema binario Es posible realizar las operaciones básicas (suma, resta, multiplicación y división) en el sistema binario. Al ser un tema más técnico y fuera del alcance de este artículo, sólo mostraremos una Tabla con estas operaciones aritméticas, sin profundizar más. En Internet es posible obtener mucha información e incluso ejemplos al respecto, si el lector lo desea. Bit e Bytes Um dos conceitos mais fundamentais e importantes, em eletrônica e computação, são os termos Bit e Bytes Mas o que é um Bit? O Bit , representa aquele "0 ou 1", visto lá no início deste capítulo, mas na verdade ele é muito mais do que isso "o bit é a menor unidade de informação digital ". De fato, a menor informação possível de transmitir ou armazenar, é um bit O bit é representado pela letra b minúscula A palavra bit vem do inglês "b ynary digit ", que significa "dígito binário". Por exemplo, o número binário "1101" tem 4 bits. Byte - Um Byte é um conjunto de 8 bits , e é representado pela letra B maiúscula. Vamos tentar fazer uma analogia bem básica mas prática, para entender melhor: Imagine uma lâmpada e um fio ligado a ela (esqueçamos que a lâmpada precisa de 2 fios). Se não passa corrente - apagada "bit 0". Se passa corrente - acesa "bit 1" Agora imagine outro cenário - 8 fios - 8 lâmpadas, acesas e/ou apagadas. Muito mais informação - 8 bits (1 Byte) de "0" e/ou "1", no mesmo período de tempo. Bits e Bytes Mas resta uma pergunta, porquê o Byte tem 8 bits (e não 6 ou 10, por exemplo) ? A resposta é a seguinte: com 8 bits há 256 possibilidades (de 0000.0000 até 1111.1111). Esta quantidade (256 em decimal) é suficiente para escrever todas as letras, números, acentos e alguns símbolos, o que era tudo o que se precisava, lá nos primórdios dos computadores, época em que os computadores não tinham imagens (dava pra fazer umas imagens bem toscas, mas....). Então 6 bits (64 em decimal) é insuficiente, e, 10 bits (1024 em decimal) é muito mais do que o necessário. Como os bits "transitam" dentro de um computador? Se os bits andassem um atrás do outro (em eletrônica, chamamos isso de comunicação serial), demoraria uma muito, para fazer qualquer coisa, por isso eles andam em grupos de 8 bits =1 Byte (hoje a comunicação interna pode se dar em 16, 32, ou mesmo em 64 bits). La Figura 4 es una analogía muy simple de lo que sucede cuando presionamos la tecla "letra A" en un teclado. En primer lugar, cada letra, acento, etc., se codifica en "0" y "1", en formato de 8 bits, según una tabla llamada ASCII. Luego, en forma de 1 Byte a la vez, esta información ingresa a la computadora y es identificada. Finalmente se procesan y envían a la pantalla de vídeo para que podamos ver lo que estamos haciendo. Nota : En muchos casos es necesaria la comunicación serial (la información es bit a bit), sin embargo, "dentro" de las computadoras y celulares, la comunicación es esencialmente paralela (un conjunto de varios bits) Como ejercicio: Si tu computadora o celular tiene 8 GBytes de memoria, ¿cuántos bits de memoria tiene? Quieres ayuda, haz clic aquí
- Termos e Condições de Uso | SABER 360°
Términos y condiciones de uso Estos términos y condiciones describen las reglas y regulaciones para el uso del sitio web Sabre360. Se pueden utilizar las siguientes terminologías: “nosotros” y “Sitio”, se refieren al sitio web saber360.com.br y “usuario” y “usted”, se refieren a usted, la persona que navega por el sitio web. Al acceder al Sitio, asumimos que acepta y está de acuerdo con estos términos y condiciones. No continúe usando nuestro Sitio si no acepta todos los términos y condiciones establecidos en esta página. Nota : El contenido del sitio web Sabre360 es únicamente de información y conocimiento, puesto a disposición de todos los usuarios, como una forma de intentar llenar los vacíos existentes en áreas específicas de las Ciencias Básicas. Respecto al uso del Sitio Puede: - Visitar y ver las páginas de este Sitio únicamente para su uso personal. - Podrá copiar, imprimir y distribuir material del sitio web a terceros bajo las siguientes condiciones: No puede ser para uso comercial. Debes mencionar el origen de este contenido. No puedes: - Explotar comercialmente este sitio web y su contenido. - No puede duplicar, publicar, modificar o distribuir material de nuestro Sitio, a otros sitios web o con fines comerciales, sin nuestro permiso previo por escrito . - No podrá crear Enlaces desde otro sitio web a nuestro Sitio Web - Utilizar el Sitio para promocionar productos, servicios o materiales. Derechos de autor - Los contenidos de este Sitio (texto, imágenes, videos, etc.) son de nuestra propiedad y están protegidos por las leyes de derechos de autor. - El contenido de terceros se divulga en el sitio web y es de su propiedad. Descargo de responsabilidad Siempre nos esforzamos por garantizar que todo el contenido esté actualizado y sea correcto, pero no prometemos que el Sitio o cualquier contenido o servicio siempre serán correctos, libres de errores o útiles. Aunque nuestra intención es poner a disposición contenido nuevo de vez en cuando, podemos suspender, discontinuar, abolir, alterar o eliminar este sitio y su contenido, en su totalidad o en parte, a nuestro exclusivo criterio, sin previo aviso ni contacto. Tampoco somos responsables de las pérdidas, daños, errores o consecuencias, en que incurran los usuarios, como resultado del mal uso, incompetencia o imprudencia de los contenidos y servicios proporcionados por el Sitio Web. Incidencias relacionadas con sitios web de terceros, a los que se accede por los usuarios, a través de enlaces. ¿Qué no puede Difamar, intimidar o realizar actos que dañen la reputación o credibilidad de nuestro Sitio Usar o poner a disposición virus u otros programas dañinos a través del Sitio Declaraciones o notificaciones falsas, incluida la inserción de direcciones de correo electrónico de otras personas. Acciones que puedan interferir con el funcionamiento de este sitio web. Fecha 22 de julio de 2022
- Transformadores | SABER 360°
Transformadores El transformador utiliza las mismas propiedades básicas (inducción electromagnética) que un inductor. En su construcción se utilizan dos devanados (pueden ser más), los cuales involucran un núcleo cerrado común a estos dos devanados, como se muestra en la figura 12. Como funciona un transformador Como vimos anteriormente, una corriente eléctrica variable produce un campo magnético variable, llamado inducción electromagnética. En este caso, la inducción electromagnética generada por las bobinas es mutua, en el que una bobina de alambre induce magnéticamente un voltaje en la otra bobina. Los transformadores tienen la propiedad de transformar (de ahí la palabra transformador) un voltaje en la bobina primaria (o devanado) en otro voltaje de diferente valor en la bobina secundaria, como se muestra en la figura 12. Tenga en cuenta que los devanados son independientes, no se tocan entre sí. Los transformadores son capaces de aumentar o disminuir los niveles de voltaje y corriente de su fuente de alimentación. Básicamente transforman un valor de tensión de entrada en otro valor diferente en la salida. El voltaje de entrada es Vi y el voltaje de salida es Vo . La corriente está indicada por i . La representación esquemática se muestra a la derecha de la figura. Inductores - Módulo 5.2 Transformadores E Conceptos básicos - Módulo 5.0 Especificações de Indutores - Módulo 5.1 Transformadores - Módulo 5.2 ¿Qué es un transformador? Como funciona un transformador Cálculo del voltaje de salida. Especificaciones de un transformador Altavoces Índice de contenido de inductores Calculo Tensão Trafo Como calcular a tensão de saída em um transformador? Vimos que a tensão de saída em transformador, é diferente da tensão de entrada, mas, qual o motivo para isso? A resposta está no número de espiras, que cada enrolamento tem, associados ao valor de tensão. Na figura 13 o primário tem 50 espiras e o secundário 10 espiras, formando uma relação de 50:10 ou mais corretamente 5:1 Essa relação de 5 para 1, permite que os 600 volts do primário, se transformem em 120 volts no secundário. Mas, há mais um detalhe. Lembra da fórmula “P=VxI” onde P é potência, V tensão e Corrente, então, se a tensão diminui em um fator de 5 vezes, a corrente por sua vez será 5 vezes maior no secundário. Especificaciones de un transformador Para utilizar o sustituir un transformador es necesario conocer sus especificaciones. En el transformador se identifican el primario (con el valor de tensión y corriente permitido) y el secundario con las tensiones y corrientes en la salida, como se muestra en la figura 14. Este transformador tiene una entrada, 230 VCA (potencia de entrada I/P) y dos salidas, 15 V y 12 V (potencia de salida O/P), con las especificaciones de color correspondientes. Además, para este transformador, la frecuencia es de 50 Hz, por lo que no funcionaría aquí, ya que nuestra frecuencia es de 60 Hz. Tamaños de transformadores Los transformadores pueden ser pequeños, y se encuentran, por ejemplo, en equipos de música, alimentadores de portátiles, ordenadores, etc., (figura 15), hasta muy grandes (figura 16), utilizados por las empresas eléctricas, ya sea en centrales hidroeléctricas o en subestaciones. o en la calle, donde suelen colgarse de postes. Arriba
- Circuitos em Série | SABER 360°
Circuito em Série Como vimos na seção anterior (Introdução), os componentes sempre estão interligados, entre si, formando um circuito eletrônico. Não importa o quanto complexo seja a interligação entre esses componentes, que fazem parte desse circuito eletrônico - Há somente três tipos de circuitos: Série, Paralelo ou a combinação desses dois tipos. Todos os projetos reais usam uma dessas combinações. Circuitos em Série A figura 1, mostra componentes ligados em série. Nesta figura usamos resistores e leds, como exemplos, mas quaisquer outros componentes, ligados desta forma, também estarão em série. Observe que não interessa a forma do desenho (chama-se layout, ou esquema), o caminho é uma linha contínua de A para B (ou vice versa) Circuitos en serie - Módulo 2.3 Electrónica analógica Introducción - Módulo 2.0 Circuitos electrónicos. conceptos básicos - Módulo 2.1 Circuitos en serie - Módulo 2.2 Ejemplos de circuitos en serie. Circuitos en serie con LED. Circuitos en paralelo - Módulo 2.3 Circuito Série e Paralelo- Módulo 2.4 Protección en circuitos electrónicos Dirección del flujo de corriente eléctrica La corriente eléctrica siempre fluye del polo positivo al negativo (de + a -). No importa cuán simple o complejo sea este circuito, la corriente siempre fluye en forma de bucle (ver figura 2). Nota : En circuitos de corriente alterna (CA), los “polos” serían Fase y Neutro. En la figura 2, a la izquierda, tenemos un circuito electrónico en serie, con 2 resistencias (R1 y R2) y una fuente de alimentación. A la derecha el mismo circuito, pero ahora con valores para los componentes y la pregunta ¿cuál es el valor de la corriente? Mire atentamente la figura y observe que la corriente es la misma para R1 y R2 (ya que no hay desviación), es decir: En un circuito en serie, la corriente es la misma para todos los componentes . Para calcular la corriente basta con utilizar la fórmula de Ohm, aprendida anteriormente, teniendo en cuenta que: Rtotal = R1 +R2 = 5 KΩ Al hacer cálculos, como se muestra, el valor actual es 0,004 A o 4 mA (se usa con mayor frecuencia de esta manera) . La Figura 3 muestra el mismo circuito, pero ahora con la pregunta de ¿cuál es el valor de voltaje (o caída de voltaje) en cada resistencia? Aprendimos que la resistencia dificulta el paso de la corriente, por lo que si tienen diferentes valores entre ellas, esta “dificultad” también será diferente, por lo que la caída de voltaje en cada una de ellas también es diferente. Una vez más usaremos la fórmula de Ohm, y como la corriente es la misma (ver pregunta anterior), simplemente multiplicamos cada resistencia por esta corriente, como se muestra. Finalmente, la tensión suministrada (20 V) es igual a la suma de las caídas de tensión en el circuito. En un circuito en serie, el voltaje suministrado es igual a la suma de la caída de voltaje en cada uno de los componentes de ese circuito. En la figura 4, hay una resistencia cuyo valor se debe calcular, dependiendo de los demás componentes. Una vez más, utilizamos la fórmula de Ohm y lo que aprendimos de cálculos anteriores. El circuito mostrado es un ejemplo práctico, que una vez montado funcionará perfectamente. Como ejercicio, calcule el valor de la resistencia para una fuente (batería) de 9 Voltios. Arriba
- Potência e Energia | SABER 360°
Poder y energía Como vimos anteriormente, la corriente eléctrica es el flujo de electrones, en una dirección. Dentro de un alambre de cobre, por ejemplo, hay millones de átomos de cobre, y los electrones que se mueven (electrones libres) chocan con estos átomos todo el tiempo. Podemos decir que en un momento dado hay miles de colisiones de este tipo, ver fig. 1. Y siempre que hay colisiones, la física nos dice que se genera energía, que en nuestro caso, y en general, es en forma de calor. Potencia y Energía - Módulo 1.6 Electrónica analógica Átomos - Módulo 1.1 Introducción - Módulo 1.0 Tensión eléctrica - Módulo 1.2 Corrente elétrica - Módulo 1.3 Voltaje y corriente CA y CC Resistencia eléctrica - Módulo 1.5 Ley de Ohm Potencia y Energía - Módulo 1.6 Definición de poder Energía disipada La energía generada se mide en julios (llamado así en honor al físico James Joule) y se expresa en J. Otro concepto asociado a la energía es la potencia generada. La potencia se expresa en vatios, el nombre del ingeniero escocés James Watt. Este científico estudió y mejoró las máquinas de vapor, comprobando que había una gran pérdida de rendimiento debido al calor irradiado, por lo que en experimentos cuantificó estas pérdidas. Definición de poder - La potencia P es una determinada cantidad de energía W, utilizada en un determinado periodo de tiempo . con la siguiente fórmula: P=W/t dado en Watts - P es la potencia en vatios (W), W es la energía en julios (J) y el tiempo en segundos (s). Nota : No confunda la W de Julios (que se representa en cursiva) con la W de Watts, que se representa en forma normal (sin cursiva). Otra declaración de Power es : Un (1) vatio es la cantidad de energía cuando se utiliza un (1) julio de energía en un (1) segundo . El siguiente ejemplo ayuda a comprender mejor estos conceptos: Supongamos que cierto equipo utiliza 100 J en 5 s. ¿Cuál es el poder? 100 J/ 5 s = 20 vatios. La potencia es de 20 W (Watts) Hasta ahora hemos visto conceptos que se aplican desde circuitos eléctricos hasta, por ejemplo, el motor de un coche. Pero, ¿qué pasa con los componentes eléctricos electrónicos? ¿Cómo se aplica esta teoría? Potencia radiada en componentes electrónicos - Energía disipada Los ingenieros de diseño siempre ven el efecto del "calor" como un enemigo declarado, o más bien, un problema a resolver. Y esto en todos los ámbitos de actividad. La Figura 2 muestra dos resistencias, con el mismo valor en Ohmios pero con diferentes factores de disipación. El más grande es de 5 vatios y el más pequeño es de 1 W. En un circuito electrónico ambos tienen la misma función y por lo tanto presentan el mismo resultado, sin embargo la resistencia más grande soporta una mayor corriente, y al ser más grande disipa más calor. En un circuito determinado con una resistencia original de 5W (por lo tanto con la corriente más alta), si se colocara la resistencia de 1 W (en lugar de la de 5W), lo más probable es que se calentara mucho y terminara quemándose. Energia dissipada Arriba Por lo tanto, el técnico siempre debe tener cuidado, cuando sea necesario reemplazar algún componente, este reemplazo debe realizarse por otro de las mismas especificaciones. En definitiva, el técnico no debe inventar, cometer errores o “lo haré a mi manera”, porque casi siempre no funciona, y si funciona, será sólo por poco tiempo, y puede que incluso causar daños mayores. El valor de potencia puede variar enormemente según el tipo de aplicación. En cierto tipo de circuitos electrónicos es común encontrar corrientes muy bajas y, en consecuencia, valores de potencia muy pequeños, del orden de milivatios (mW), o menos. En otras aplicaciones, existen potencias del orden de miles, o incluso millones de Watts (KW o MW, respectivamente). Para obtener más información sobre órdenes de magnitud, haga clic aquí . miliW, corresponde a 0,001 de Watt KW, equivale a 1000 vatios MW representa 1.000.000 El poder, como hemos visto, está referenciado al segundo (el tiempo), sin embargo cuando se trata de grandes poderes, en la vida cotidiana, el segundo no es el mejor parámetro, por lo que se utilizan las horas como referencia temporal . Si nos fijamos en una factura de electricidad, el consumo se designa en Kilo Watts por hora (KW/W) A modo de ejemplo, supongamos que la ducha eléctrica especifica un consumo de 4,2 KW (4200W), cuando se enciende en posición invierno, y que se utiliza en estas condiciones durante 10 minutos, ¿cuál será el consumo? Entonces el consumo fue de 700W o 0,7 KW, en este lapso de tiempo de diez minutos. Arriba
- Aplicativos de astronomia | SABER 360°
Softwares e Aplicativos de Astronomia Os softwares de astronomia transcendem a mera observação do céu noturno, transformando-se em ferramentas poderosas que democratizam o acesso ao conhecimento cósmico. Abrem um universo de possibilidades s eja você um entusiasta iniciante, um astrônomo amador apaixonado ou um profissional da área, essas plataformas oferecem um leque de recursos para explorar, aprender e desvendar os mistérios e segredos do universo. Porque devo usar - Vantagens : Acessibilidade ao céu noturno : Permitem visualizar o céu mesmo em condições desfavoráveis, como a poluição luminosa das cidades, clima ruim em que não é posível ver o céu, ou durante o dia. Recursos Educacionais: Muitos softwares oferecem recursos educacionais, como informações detalhadas sobre objetos celestes, imagens de alta resolução e simulações de eventos astronômicos. É possível aprender astronomia, usando os recursos desses softwares. Planejamento de Observações : Alguns softwares, principalmente os avançados, auxiliam no planejamento de observações, fornecendo informações precisas sobre a posição dos objetos celestes, horários de nascer e pôr do sol, etc. Quer um exemplo prático? Como ver uma chuva de meteoros? Alguns softwares, vão te dizer exatamente quando e onde olhar. Viagens virtuais: Explore outros planetas, galáxias e até mesmo buracos negros, tudo na tela do seu computador. Viaje no tempo e veja como o céu noturno mudou ao longo dos séculos. Porque devo evitar - Desvantagens : Dependência da Tecnologia : O uso excessivo de softwares pode diminuir a capacidade de observação a olho nu e a familiaridade com o céu real. Informações Excessivas: A grande quantidade de informações disponíveis em alguns softwares, pode desencorajar iniciantes, dificultando o apredizado. Curva de Aprendizado: Alguns softwares mais avançados podem ser complexos para iniciantes. Custo: Muitos softwares são gratuitos (eventualmente com propaganda), mas outros, como softwares profissionais podem ser bastante caros. Em resumo, os softwares de astronomia são ferramentas poderosas que podem enriquecer a experiência de observar o céu e aprender sobre o universo. No entanto, é importante usá-los de forma equilibrada, complementando a observação virtual com a observação real e a exploração do céu noturno a olho nu. Softwares e Aplicativos de Astronomia, para você usar no Celular e no Computador Star Chart Star Chart : Um software amigável e fácil de usar o Star Chart se destaca pela interface intuitiva e fácil de usar, ideal para iniciantes. A versão gratuita (com anúncios) oferece uma experiência completa para quem está começando a explorar o universo. Se você está dando os primeiros passos na jornada da observação celeste, o Star Chart é um aplicativo muito bom. O que posso ver? O Star Chart utiliza a tecnologia GPS do seu smartphone para revelar o espetáculo celeste que se desenrola acima de você. Com um vasto catálogo de 120.000 estrelas e as 88 constelações oficiais, o aplicativo transforma a observação em uma experiência educativa e envolvente. Como explorar o software? Há muitas opções a partir da tela inicial. Por exemplo, toque em qualquer estrela para desvendar seus mistérios: brilho, coordenadas precisas e a distância que a separa de nós. Essas informações são valiosas, e ao mesmo tempo, você aprende fazendo. Expanda seus Horizontes (Recursos Pagos): Para os exploradores mais curiosos, o Star Chart oferece atualizações pagas que abrem portas para fenômenos celestes ainda mais fascinantes: chuvas de meteoros, planetas anões, cometas, satélites e as luas que orbitam outros mundos. Viaje no Tempo com o Time Shift: Uma das funcionalidades que mais encanta é o Time Shift, que permite viajar no tempo, seja para reviver eventos celestes passados ou para antecipar os futuros. Com um alcance de 10.000 anos, você pode acompanhar a dança cósmica através do tempo. Por que devo usar o Star Chart? Gratuito e completo para iniciantes: Ideal para quem quer começar a explorar o céu noturno sem custos. Se gostar e for útil, veja se vale a pena ter a versão paga. Fácil de usar: Interface intuitiva e amigável, perfeita para todas as idades. Informações detalhadas: Explore estrelas, constelações e outros corpos celestes com dados precisos. Há uma versão para Windows (paga), acessível via Steam, Para acessar o site do "Star Chart" clique aqui Imagens do Star Chart: Página em construção - em breve mais softwares
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